| De uns tempos para cá, tenho vindo a aperceber-me de que a maioria das pessoas (a partir dos 15 anos, mais ou menos) tem um grande medo na vida: o de ficar sozinho/a. Ou por terem um casal amigo que aparenta ser muito feliz, ou para mostrar aos amigos que tem namorada/o ou simplesmente pelo medo de ir envelhecendo e, no fim, não ter ninguém ao seu lado. Eu também tenho esse medo mas não ando por aí desesperadamente à procura de namorado. |
Conheço muita gente que, apesar de ter “Solteiro” no BI, não consegue passar mais de 1 mês sem ter alguém e o seu estado civil deveria ser “SEMPRE COMPROMETIDO”. E não me venham com a treta de ser por causa de sexo. Não acredito. Tenho a certeza de que é o tal receio de ficar sozinho e, então, vão-se agarrando a qualquer pessoa até aparecer outra mais interessante e por aí adiante.
Depois há também aqueles casos de resignação. Quando a relação começa existe paixão que, passado algum tempo, se transforma em amor (ou não) e agora, passados alguns anos, são apenas grandes amigos. A paixão já não existe há muito e o amor que julgam sentir um pelo o outro chama-se Amizade. No entanto, estão tão conformados com a vida que levam, com a “monotonia” da relação, que acham que são muito felizes e que mais ninguém iria querer alguma coisa com eles. Então prolongam e arrastam a situação até à sua existência conjunta ser completamente insuportável e ir cada um para seu lado, sem nunca mais trocarem uma palavra.
Pensemos todos um bocadinho: se, no fim, estivermos com “um/a qualquer” será tão mau ou pior do que se estivéssemos sozinhos. Vivermos com alguém de quem não gostamos pode tornar-se insuportável e levar-nos à loucura e à insanidade. Cada espirro, cada afirmação, cada passo é motivo para discutir e embirrar. Para isso, mais vale envelhecermos sozinhos, comprar um cãozinho ou um gatinho e sermos daqueles velhinhos fofinhos que andam na rua e querem conversar com toda a gente.
Mais vale estar só que mal acompanhado/a.
Depois há também aqueles casos de resignação. Quando a relação começa existe paixão que, passado algum tempo, se transforma em amor (ou não) e agora, passados alguns anos, são apenas grandes amigos. A paixão já não existe há muito e o amor que julgam sentir um pelo o outro chama-se Amizade. No entanto, estão tão conformados com a vida que levam, com a “monotonia” da relação, que acham que são muito felizes e que mais ninguém iria querer alguma coisa com eles. Então prolongam e arrastam a situação até à sua existência conjunta ser completamente insuportável e ir cada um para seu lado, sem nunca mais trocarem uma palavra.
Pensemos todos um bocadinho: se, no fim, estivermos com “um/a qualquer” será tão mau ou pior do que se estivéssemos sozinhos. Vivermos com alguém de quem não gostamos pode tornar-se insuportável e levar-nos à loucura e à insanidade. Cada espirro, cada afirmação, cada passo é motivo para discutir e embirrar. Para isso, mais vale envelhecermos sozinhos, comprar um cãozinho ou um gatinho e sermos daqueles velhinhos fofinhos que andam na rua e querem conversar com toda a gente.
Mais vale estar só que mal acompanhado/a.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comentário